O que você está esperando?!

 O Texto que você vai ler  a seguir foi  pesquisado  para quem   está ansioso pra encontrar alguma resposta  e a foto é uma ilustração para contemplação da matéria.

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É muito mais fácil realizar mudanças e prosperar quando você sabe o que está errado e o que precisa ser mudado, não é mesmo?! Comece perguntando a si mesmo: “O que é que eu estou esperando?!”. A resposta a essa pergunta revela a você os pontos fracos em sua atitude e personalidade que precisam ser mudados para que você possa alcançar o que deseja.
Como assim?! Veja bem, vamos nos aproveitar do argumento desenvolvido no artigo anterior: não há limites reais para o que você pode e o que você não pode fazer na vida, quem cria os limites é você, eles estão todos em sua cabeça e quanto mais firmemente você acredita neles, menos capacidade você terá de andar em direção aos seus objetivos. A tendência é que você fique parado ou andando em círculos, ESPERANDO que o limite desapareça para que você possa seguir em frente.
De fato, nós criamos as justificativas mais lógicas para explicar até para nós mesmos que o limite é mesmo real e tem o poder de impedir nossa progressão. Quanto mais nós acreditamos nas mentiras que contamos a nós mesmos, mais estagnados ficamos em nossa própria rotina.
A pergunta inicial, então, tem o objetivo de descortinar esses limites. O que é que o impede de fazer o que você gostaria de fazer? Você está esperando que um “limite imaginário” que você vê como real se desfaça para que você possa seguir em frente? Que limites são esses?
A maior parte dos limites que impomos a nós mesmos fica enterrada em nosso subconsciente. Nós não paramos para realmente analisar o porquê de nossas atitudes (ou falta delas). Quando nós pegamos esses limites, nós os trazemos para nível consciente e começamos a olhá-los de frente, seu poder começa a se desvanecer. Algo que era tão “poderoso” há um minuto torna-se apenas um pequeno obstáculo a ser superado quando analisado com frieza, lógica e sem dramatização.
Preste bem atenção quando eu digo “sem dramatização”! A maior parte dos problemas que temos é resolvido “dentro de nossas mentes” quando olhamos para a própria vida sem fazer drama! Ao se colocar na postura de vítima da vida, de terceiros e das circunstâncias, você entra novamente no loop de raciocínio que define limites e o prende em sua situação atual.
Leia biografias de pessoas que conquistaram objetivos tidos como “impossíveis”. Não há drama para essas pessoas. Mesmo em alguns casos tendo sido REAIS vítimas das circunstâncias ou de terceiros, elas não se viram como tal e seguiram em frente como se o fato não as tivesse afetado.
O maior exemplo que conheço de triunfo da atitude pessoal é Viktor Frankl, psiquiatra judeu que foi prisioneiro nos campos de concentração nazista durante a 2º Guerra. Ao ler sua história, você tem a clara noção de que seus problemas obviamente não foram causados por ele mesmo, ele era, de fato, uma vítima. Viktor, no entanto, não se via como tal e, apesar das circunstâncias, manteve uma atitude pró-ativa diante dos fatos, dando a volta por cima e atingindo TODOS os objetivos que ele definiu quando preso.

Se você tem problemas com dramatização, eu recomendo que você leia o relato de Frankl descrito no livro Em busca de sentido. Ver como Viktor lidou com os limites REAIS impostos pelas circunstâncias em sua vida joga um verdadeiro balde de água fria nos limites bobos e imaginários que criamos para nós mesmos. Se há livros com o poder de mudar vidas, esse é um deles!

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Fran Christy é formada em administração de empresas com especialização em planejamento estratégico. Fran vive em Seattle, EUA e escreve sobre desenvolvimento pessoal, produtividade e estratégias de vida.

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